Projecto Património
Desde a sua fundação, a associação Projecto Património/Memória Comum tem procurado conectar expressões criativas com vertentes académicas,
de modo a contribuir para a produção e disseminação de conhecimento científico de base patrimonial (cultural e natural). Os processos colaborativos e participativos são preponderantes, desenvolvendo-se iniciativas e programando atividades em que as equipas são múltiplas e multidisciplinares, sem esquecer dinâmicas no espetro da ciência-cidadã.
O “Museu do Falso” é o seu projeto mais longo e relevante, quer pelo vasto número de participantes (sob convite e/ou em regime de adesão espontânea/ via oficinas) quer pelo alcance e impacto das suas iniciativas. Fundado e inaugurado em 2012, dispõe já de vários núcleos territoriais, sendo o mais amplo o de Viseu e o mais recente o Núcleo Linguístico.
Entre as parcerias que estabeleceu ao longo dos anos, destacam-se pela recorrente colaboração o Museu Nacional Grão Vasco, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, o Teatro Viriato, a ACERT, a NACO – Núcleo de Acção Juvenil (Oliveirinha, Carregal do Sal), o Carmo’81, entre outros; bem como entidades municipais da região Centro e entidades supramunicipais como o Turismo do Centro e várias Comunidades Intermunicipais. Isto sem esquecer artistas e programadores individuais, com quem estabeleceu relações e coopera numa base regular.
A Projecto Património/Memória Comum obteve a partir de 2021 financiamentos nacionais, por via de candidaturas aprovadas ao programa “Garantir Cultura” (Fundo de Fomento Cultural), e da Direção-Geral das Artes. Também a partir de 2021 o seu trabalho de parceria, promovendo a circulação de propostas descentralizadas se consolidou com entidades como os Museus nacionais de arte Contemporânea e da História Natural e da Ciência (Lisboa), a Terceira Pessoa (Castelo Branco) e a Biblioteca Camões (Lisboa).